Henrique Mouta

Há coisas do caraças....

São Francisco

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São Francisco foi a cidade escolhida para o meu segundo encontro de equipa, a seguir ao de Lisboa no final do ano passado. Cheguei ontem de manhã a São Francisco, uma das cidades norte-americanas que mais curiosidade tenho de conhecer. Depois de quase 13h de viagem e em aeroportos, finalmente pude respirar o ar São Franciscano.

Ontem o dia foi passado de forma calma, de modo a conseguir ultrapassar a famosa ressaca do jetlag. A medida que os meus colegas foram chegando, ia-se colocando a conversa em dia. Aproveitamos e fomos almoçar à La Taqueria, onde comi o melhor – e o primeiro – burrito da minha vida. Burrito numa mão, uma Corona na outra e lá fomos pondo a conversa em dia. Um dia calmo que terminou com um jantar no The Slanted Door, um restaurante vietnamita bastante bom.

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Hoje tive o prazer de finalmente conhecer a casa da Automattic. Localizada na Hawthorne Street, é um lounge onde todos os Automatticanos se sentem em casa. Desde camisolas de praticamente todos os WordCamps, a uma grande área onde é possível trabalhar lado a lado com colegas que normalmente só trabalho a milhares de quilómetros. Foram mais ou menos 5km de caminhada desde a casa onde estamos até aqui, onde deu para conhecer um pouco da cidade, e notar uma grande diferença à medida que se sai dos suburbios e se entra no coração da cidade.

Outro facto interessante sobre a cidade, para além da sua particular arquitetura, é a quantidade de cartazes publicitários a empresas e startups tecnológicas. Sente-se no ar o empreendedorismo e a inovação que esta cidade oferece, que está bastante próxima de Sillicon Valley.

Depois de um dia de trabalho, terminamos o dia com um bom jantar tipicamente americano num restaurante/bar muito particular. Para além de parecer armazém industrial, produz as suas próprias cervejas, numa vasta coleção de cervejas a escolher.

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Sexta feira à tarde tenho o voo de regresso, portanto até lá, vou tentando relatar algumas das aventuras deste pequeno passeio por uma das cidades mais fascinantes que já estive.

Como Contornar o Bloqueio ao Pirate Bay em Portugal?

the-pirate-bayNa semana em que o co-fundador do Pirate Bay veio a Portugal, saiu a notícia de que o mais conhecido portal de bittorrent teria que ser bloqueado no nosso país até dia 27 de Março pelas quatro maiores operadoras nacionais, a NOS, MEO, Vodafone, e Cabovisão, por ordem do Tribunal da Propriedade Intelectual.

Mais do que o facto de estarem a bloquear um site que poderá — ou não, é discutível — promover a pirataria e a partilha de material com direitos de autor, o maior problema desta ordem é o facto de estar a abrir precedentes bastante perigosos que vão contra a neutralidade da internet. Agora é o Pirate Bay, o que poderá vir a seguir?

No entanto, esta proibição é bastante fácil de contornar. Apesar da tentativa das operadoras, onde uma mudança de DNS não é suficiente para restaurar o acesso ao serviço, uma pequena alteração num ficheiro especial do vosso sistema operativo vai permitir o acesso imediato à plataforma.

Como restaurar o acesso ao Pirate Bay no Windows?

Para alterar o ficheiro de hosts do Windows, deverão seguir os seguintes passos:

  1. Aceder ao menu iniciar (ou à interface Metro caso seja Windows 8+), e abrir o Bloco de Notas como administrador (botão direito e “Executar como Administrador”, ou algo semelhante).
  2. Clicar em Ficheiro > Abrir, e primeiramente alterar a visualização de “Documentos de Texto (*.txt)” para “Todos os Ficheiros (*.*)”
  3. Navegar para a directoria C:\Windows\System32\Drivers\etc
  4. Selecionar o ficheiro hosts e abrir
  5. Adicionar a seguinte linha ao ficheiro:

195.74.38.62  thepiratebay.se

Após guardar o ficheiro pode ser necessário fazer um flush aos DNS do Windows. Para isso abrir a linha de comandos e escrever o seguinte comando:

ipconfig /flushdns

Como restaurar o acesso ao Pirate Bay no Mac e Linux?

Ainda mais simples: basta acederem ao vosso terminal e escreverem a seguinte linha:

echo 195.74.38.62  thepiratebay.se | sudo tee -a /etc/hosts

Isto vai adicionar uma entrada ao ficheiro de hosts do vosso computador criando uma ligação directa entre o domínio e o IP do Pirate Bay.

Porque é que isto funciona? Porque é que as operadoras não bloqueiam simplesmente o IP do Pirate Bay?

Porque estes estão a utilizar um serviço público, chamado Cloudflare, que tem como efeito secundário o mesmo IP ser partilhado por muitos outros sites pela internet fora. Uma rápida pesquisa no site You Get Signal permitiu encontrar pelo menos 107 domínios na internet com o mesmo IP que o Pirate Bay. Bloquear o IP significava bloquear muitos outros sites que não têm nada a ver com o caso.

Nota Importante

Se por acaso estiverem a continuar a ter problemas a aceder, ou simplesmente deixaram de ter acesso, o IP poderá ter mudado. Por isso substituam o IP nas instruções acima pelo IP mais actual do Pirate Bay (é actualizado automáticamente):

195.74.38.62

Guardem isto nos vossos favoritos, assim têm sempre o IP à mão, caso seja necessário actualiza-lo se ficarem sem acesso.

Dúvidas ou questões, não hesitem em perguntar :)

O Empreendedor Lisboeta

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Durante a última semana tive o prazer de ter por cá os meus colegas do WordPress VIP. Foi o meu primeiro meetup de equipa, curiosamente na minha terra natal, Lisboa. Foi uma semana tranquila, com bastante trabalho e bastante lazer, e quero contar uma história interessante que aconteceu.

No último dia, decidiu-se irmos dar um passeio junto ao rio. E foi junto ao Terreiro do Paço  que vi esta situação, que me vez esboçar um sorriso. Um senhor, de certeza sem abrigo, estava sentado junto ao muro, a fazer sandálias.  Mas não são umas sandálias quaisquer! São as sandálias, dito por ele, “da nova colecção outono/inverno” (como pode ser visto na foto em baixo.

São umas sandálias muito particulares, feitas com pedaços de caixas de madeira, juntamente com restos de cordas e lixo de pescadores. E tiro o chapéu a este senhor, conseguiu levar a tradicional arte de pedir para outro nível completamente diferente e bastante original! Isto sim, é sinónimo de empreendedorismo, e que com pouco ou mesmo nada, vai conseguindo juntar algum dinheiro

Fiquei com pena de não ter trazido a carteira comigo, pois de certeza que ia dar uma moeda ao senhor, acima de tudo pela criatividade e por apesar de estar na situação que está, tenta arranjar maneiras engenhosas de dar a volta à situação. Desejo-lhe muita força e espero que rapidamente não necessite mais deste curioso negócio.

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WordCamp Europe em Sófia, Bulgária

fullsizerender7No passado fim de semana, de 26 a 28 de Setembro, desloquei-me até Sófia, na Bulgária, para assistir ao WordCamp Europe. Estive a representar a Automattic, juntamente com os meus colegas, numa bancada onde demos montes e montes de coisas, desde capas para iPhone, a camisolas e óculos de sol.

Foi uma viagem curtinha, mas devido à grande proximidade com a viagem aos Estados Unidos – foi apenas três dias depois de ter regressado – acabou por ser cansativa. Cheguei de noite, perto das 23h da hora local, depois de um atraso de quase uma hora do voo de Monique para Sófia.

Aproveitei o tempo de espera devido ao atraso para ler sobre a cidade e o país. Descobri que afinal os taxistas búlgaros conseguem ser piores que os portugueses. O preço de um táxi, por norma era de 0,77 Lev (aproximadamente 40 centimos) por quilómetros. No entanto, existem uns quantos taxistas que estão posicionados em locais estratégicos – obviamente que o Aeroporto é um deles – prontos para atender clientes. Mas como na Bulgária o preço dos  taxis não é regulado, esses senhores têm preços absurdos como 3,5 Lev por quilómetros.

A verdade é que saber disso pouco me ajudou – sou estúpido, que hei de fazer. Como disse, cheguei de noite, cansado e só pensava na minha cama. Mal cheguei à zona das Chegadas, haviam bastantes homens a perguntar se queria boleia e eu sempre a responder que não. “Vocês não me enganam”, estava eu a pensar para os meus botões. Informei-me onde era o balcão dos táxis oficiais e quando me ia a por na fila fui abordado por um taxista. Disse-lhe que não estava interessado, mas ele rápidamente disse-me num inglês quase imperceptível que era um táxista oficial e que praticava os preços que ali estavam tabelados. E eu pensei “Okey, assim sendo parece ser verdade, vou ver e se não gostar volto”.

Saímos do Aeroporto fomos em direção ao taxi do homem. Tudo batia certo, aquele veículo era mesmo um taxi, tinha os preços normais, e por isso siga lá para o hotel, que ficava mais ou menos a 10 quilómetros dali. No entanto, com o cansaço nem me apercebi que o homem não estava a contar a distância, e assim que cheguei ao hotel ele pede-me 30 Lev no seu inglês técnico – “Tirty. Tree Zero”…

“Já fui”, pensei. Tinha lido que no mesmo tipo de esquemas, para nunca aceitar preços fixos. Ainda por cima tanto, por 10 quilómetros. Disse ao homem que o preço era exagerado e que não tinha contado os quilómetros, no entanto já ele me estava a passar uma fatura (que supostamente são emitidas electronicamente pelo taxímetro) num papel que devia já ter uns 30 anos… Não consegui argumentar, ele mal percebia o que eu estava a dizer, portanto acabei por ignorar e pensar “fui comido, mas ao menos alguém deve estar mais contente”…

Finalmente no hotel foi fazer o check in, ficar de boca aberta com o tamanho do quarto, tomar um banho e ir dormir, que no dia seguinte tinha que estar no Palácio da Cultura às 8h00.

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Acordei mais cansado do que me tinha deitado, mas já me sentia pelo menos com a cabeça mais aliviada. Coloquei o percurso até ao palácio no GPS do telemovel, e em 15 minutos a pé aproveitei para ver um pouco da cidade (as 7 da manhã só se vê praticamente alguns sem abrigos a vaguear…) e acordar. Chegado ao palácio, dei entrada no evento, fui cumprimentar os meus colegas, pôr um pouco da conversa em dia e, finalmente, aproveitei para ver umas apresentações da manhã que era o único bloco que ia ter livre no meu turno.

Adorei a experiência, de estar atrás de um balcão, a explicar às pessoas o que é a Automattic, o que é que nós fazemos, como trabalhamos e até mesmo incentivar as pessoas a tentarem uma candidatura e esclarecer todas as dúvidas. Claro, muita gente queria era os óculos de sol, ou as tshirts que oferecemos no último dia, mais uns quantos autocolantes e pins do WordPress, mas mesmo assim, havia sempre o pretexto para conhecer uma pessoa nova, conhecer uma maneira diferente de utilizar a plataforma e uma visão diferente desta comunidade. Tanto o primeiro como no segundo dia, se pudesse, voltava a repetir, e não trocava a experiência! Espero sinceramente para o ano regressar!

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Infelizmente enquanto estive em Sófia esteve sempre um frio quase soviético, de tal maneira que as montanhas lá ao fundo não tinham praticamente nenhuma neve no primeiro dia, no segundo dia já tinham o cume todo coberto. Mas o frio não me desmotivou, e no pouco tempo que tive livre, aproveitei para dar umas boas voltas a pé, acabei por jantar num restaurante local, a comer um prato delicioso, que não faço ideia do que era. Engraçado como, apesar de tudo, a cidade tem as suas semelhanças com Lisboa.

Não tive tempo suficiente para ver a cidade como gostava de ter visto. Sem dúvida que a Bulgária é agora um país na minha lista de países a visitar.

 

Três… Dois… Um… Saltar!

Confesso que o dia de hoje foi o que mais esperei. Ter finalmente a oportunidade de experimentar algo que sempre quis deixou-me durante a semana com aquela excitação “nunca mais chega o dia”. E finalmente chegou! Ás 10 da manhã saímos do hotel em direção a um aeródromo depois de Salt Lake City para fazermos o tão desejado Skydive.

Estava nervoso, principalmente porque tive que esperar bastante até chegar a minha vez (apesar de ter havido quem esperasse BEM mais), e quando finalmente vi o meu nome no ecrã, fui chamado pelo Josh, que foi o rapaz que saltou agarrado a mim. Depois de termos assistido a um vídeo sobre a segurança do salto, bastante assustador de início e ao mesmo tempo hilariante (apesar de não intencionalmente), finalmente equipei-me e esperei pela chegada do meu avião.

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Começamos a subir, e subir, até que finalmente chegamos aos 4000 metros de altura. Uma visão linda sobre a região, que estava a apreciar no momento em que toca um sinal sonoro e abrem a porta do King Air. O vento entra no avião, e um arrepio percorre-me o corpo ao perceber “é agora”, e ao sentir-me cada vez mais apertado contra o meu companheiro de salto – um pouco esquesito, mas antes isso que chegar ao chão sem paraquedas… Chegou a nossa vez, pés no parapeito, corpo para a frente e….

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… Uma explosão de adrenalina, de liberdade, inexplicável. É super divertido, uma sensação de outro mundo, e é engraçado que há um ponto em que não sentimos que estamos a cair, parece que estamos fixos no ar, a levar com um vendaval de baixo, praticamente como se fosse gravidade zero com uma grande ventoinha por baixo.

A aterragem, a parte que mais temia, principalmente por no video terem mostrado pessoas que não seguiram as instruções, logo partiram-se todas, correu maravilhosamente, e até consegui aterrar de pé!

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É uma experiência que recomendo a qualquer pessoa, o que custa mais é pensar no salto, porque o salto em si é brutal! No final recebi o meu livro onde posso assinar os meus próximos saltos – sim porque tenho que repetir sem sombra de dúvidas – e a pen com o vídeo que gravaram para mim!

Algumas fotos do momento.

Adrenalina em Park City

Já queria ter escrito aqui mais cedo, mas os dias têm sido longos e cheios, e o tempo disponível para escrever não é muito. Foi ontem que acabámos o trabalho e começamos as actividades de grupo. Ontem foi dia de ir experimentar o Alpine Coaster, uma espécie de montanha russa, mas no meio das montanhas.

Depois de finalizar as “aulas” de Android que estive a ter, chegou finalmente a altura das actividades mais interessantes. Depois de um rápido almoço, o autocarro levou-nos para algures em Park City. Chegamos a uma estância de Ski que, durante o verão, tem outras actividades alternativas. Para além da montanha russa na montanha – passo a redundância -, tinha uma diversão chamada Alpine Slider, que basicamente é um escorrega gigante (deve ter um quilometro e tal) que desce pelas montanhas. Foi por aí que comecei, e por isso tive que apanhar o elevador teleférico.

wpid-img_20140918_141605.jpgEssa pista por baixo é a tal pista que tivemos que descer, nuns carrinhos onde só tínhamos práticamente um travão. Confesso que a experiência não pareceu muito segura, a velocidade era muita, o carro parecia que queria fugir, mas mesmo assim, foi muito divertido descer.

Seguimos então para o Alpine Coaster. Absolutamente brutal! Entrei num carrinho, apertei o cinto e comecei a subir, a subir, a subir. Enquanto subia, ouvi uns ruidos no meio da vegetação. No canto o meu olho vejo algo castanho atrás de mim, e viro-me para trás e vejo dois viados a passarem mesmo a dois metros de mim. Foi tão mágico, que bela maneira de começar a rápida viagem! Não tardou muito até começarmos a descer, e aí foi brutal, inexplicável, mas muito divertido mesmo!

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Quando pensava que já tínhamos visto tudo e que iamos regressar, surgiu a ideia de andarmos numa última diversão: Um slider gigante que ia desde a parte mais alto da pista de ski, até cá abaixo, uma distância de provavelmente 1 km. Subimos novamente no entediante elevador – isto porque a viagem é coisa para demorar 15 minutos – até à zona do salto.

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Foi divertido, mas não foi tão assustador como pensei que fosse. Não foi assustador de todo, mas deu para apreciar as paisagens magnificas. Após isto regressamos ao hotel para tirar a foto de família, com a empresa toda. Funny story: atrasei-me tipo 30 segundos da hora marcada, e por isso vou estar photoshoppado na fotografia.

Finalmente, depois de ter jantado, decidi dar um saltinho numa das penthouses. Acabei por encontrar lá uns quantos colegas de equipa e jogamos um pouco dos Descobridores de Catan enquanto conversavamos e bebiamos umas cervejas. Foi muito engraçado, infelizmente perdi sempre. O jogo nunca foi o meu forte…

Hoje o dia foi diferente, fomos até ao rio fazer rafting durante 16km, o que foi muito divertido. Fiquei completamente encharcado, e agora tenho um belo dum problema: os meus ténis estão todos molhados, e não tenho outros… Enfim, há-de-se resolver, nem que ande por ai a fazer “squash squash”… Por agora ainda não tenho fotos do rafting, mas assim que as tiver, publico umas quantas aqui.

Amanhã é que vai ser o grande dia no que toca a adrenalina. Vou experimentar pela primeira vez saltar de um avião, fazer skydive. Estou ao mesmo tempo nervoso e super excitado! Vai ser mesmo brutal, ainda por cima vou com o pacote de fotografia e video, logo recordações não vão faltar!

Enquanto isso, aqui ficam algumas fotografias que fui tirando durante o dia de ontem.

 

Aventura em Park City

Depois de um longo e exaustivo processo de candidatura, comecei na passada segunda feira, dia 8 de Setembro, a começar a trabalhar na Automattic, a empresa por detrás do WordPress. Sempre foi uma empresa com que me identifiquei, e ter conseguido chegar até aqui é, realmente, o realizar-se de um sonho.

A Automattic é uma empresa distribuída, ou seja, os automatticanos são de todos os cantos do mundo. Tanto são Americanos, como Europeus ou mesmo Asiáticos. Cada um trabalha no seu país, em sua casa. No entanto, como o contacto pessoal é importante, todos os anos a empresa combina o chamado Grand Meetup. Este acontecimento anual reúne anualmente todos os trabalhadores num determinado local. Este ano foi em Park City, no Utah, Estados Unidos da América.

Após quase 15 horas de voo e três escalas cheguei ontem à tarde – hora local, menos 6 horas – ao Grand Canyon Resort, em Park City. Já tive a oportunidade de conhecer as pessoas com que tenho trabalhado no último mês e meio (1 mês de Trial mais a semana que já cá estou). Estou completamente boquiaberto com a simpatia de todos. Já tinha tido o prazer de perceber como o pessoal da Automattic é simpático durante o Trial, no entanto agora frente-a-frente, é completamente diferente.

Sempre que nos cruzamos com alguém, é uma oportunidade de conhecer um Automatticano novo: “Olá, bom dia” pode ser o começo de uma bela conversa. Apanhar alguém no Elevador é sempre um pretexto novo para conhecer essa pessoa: “Olá, sou o fulano tal, prazer em conhecer-te”. Deixa-me sempre com um sorriso nos lábios ver que não somos apenas mais um no meio dos 200 e tal participantes.

Hoje pela manhã tive que fazer a minha Flash Talk. Todos os participantes do GM têm que fazer uma pequena apresentação com até 4 minutos sobre o que quiserem. No meu caso, fiz uma pequena viagem pela história dos telemóveis que já tive, desde o meu primeiro, até ao meu mais recente. São apresentações cheias de bom humor e sobre tudo o que se pode imaginar.

Já tive o prazer de provar belas refeições, que só me dá mais certezas que afinal os EUA não são só fast-food.

Até agora, tem sido uma experiência inesquecível, vou tentar ir escrevendo algumas coisas à medida dos acontecimentos.